quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Sondagem #3

"Bond, James Bond." É assim que se apresenta o famoso personagem do escritor Ian Fleming, criado em 1953. O espião britânico James Bond, também conhecido como 007, apareceu em muitos romances, mas foi na pele do actor Sean Connery – o primeiro a vivê-lo nas telas – que o personagem adquiriu os traços inconfundíveis que o tornaram um dos maiores sucessos da história do cinema.
Por esta razão, e por muitas outras, iniciei neste espaço a terceira sondagem cujo objectivo era precisamente perceber a opinião dos meus leitores sobre os filmes desta mítica saga protagonizados pelo reputado actor escocês. Assumo que a escolha não era fácil…

Como quase todos sabem, ou pelo menos deveriam saber, o Bond de Sean Connery é um homem alto, moreno, de olhar penetrante, porte atlético e sedutor, apreciador de Vodka-Martini (batido, não mexido), exímio atirador com licença para matar e perito em artes marciais. Trabalha ao serviço do governo de Sua Majestade, sempre com charme, elegância e cercado de belas mulheres. Atrevo-me a dizer que foi Connery que fixou a personalidade, os gestos e o inconfundível modo de falar de James Bond, muitas vezes replicados nas interpretações dos seus sucessores.

Com base nos resultados da sondagem (ver barra lateral), e como já era de esperar, as três primeiras películas continuam a ser as preferidas do público, contudo devo expressar a minha surpresa pelo facto de Thunderball não ter recebido qualquer voto (a sequência da batalha subaquática foi talvez uma das mais difíceis e, ao mesmo tempo, uma das mais notáveis cenas da história do cinema).

Goldfinger (1964), o filme vencedor, e a minha escolha pessoal, pode ser considerado como o 007 definitivo da era de Sean Connery, estabelecendo os alicerces para a constituição de uma saga sem precedentes e que ainda hoje sobrevive. É também uma das mais harmoniosas e sofisticadas fitas do famoso espião, aparecendo os primeiros automóveis potentes, mais especificamente o Auston Martin. O elenco é extraordinário, especialmente o vilão, cujo carisma transborda do ecrã. Nasce igualmente a faceta irónica e humorística do protagonista, ao contrário da mais obscura e séria apresentada nos dois primeiros filmes. Por último, revela-se os primeiros gadgets dignos desse nome, cimentando-se, por essa razão, a importância de Q como uma figura icónica.

Dito isto, só me resta deixar um desabafo: quem me dera todos os filmes de James Bond fossem assim…

SINOPSE: Desde o som de explosão de uma bomba, às portas de um excitante clube nocturno, na abertura, até uma fuga de último minuto do jacto privado do Presidente, a terceira aventura no acrã de James Bond é uma corrida vigorosa e de ritmo alucinante! Sean Connery regressa como Agente 007 e vê-se perante um vilão maníaco, decidido a destruir todo o ouro existente no Fort Knox – apagando a economia do mundo inteiro!

5 comentários:

Fifeco disse...

Não posso dizer que tenha sido o meu Bond preferido mas concedo que foi um dos melhores e, como tal, é um justo vencedor.

Abraço

Anónimo disse...

Vamos lá deixar o próximo inquérito com mais algum tempo. Não votei nem consegui votar...
AB

Filipe Machado disse...

Caro amigo AGB,

A "urna de voto" esteve aberta durante 30 dias, penso que é mais do que suficiente para este tipo de inquérito ;) No entanto, posso garantir que o próximo será sobre uma temática muito semelhante... A partir do próximo Domingo o novo inquérito estará activo. Um abraço!

Maria das Mercês disse...

Sou cocmpletamente, totalmente fã de Sean Connery, como o melhor James Bond, como homem (o homem é um íman, credo...) e até como britânico. Aguardo próxima sondagem ansiosamente!

Airton disse...

eaee esse eh o melhor com sean mas no geral ehj o goldeye
hehehhe

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